Percevejo – barriga – verde: Dichelops melacanthus
O dano é causado pela lagarta na região do colo, penetrando em seguida no colmo e fazendo galerias no seu interior, provocando o perfilhamento e/ou a morte da planta.
A técnica mais utilizada para determinar a população da praga é avaliar o número de plantas atacadas pela lagarta. Porém, essa técnica frequentemente falha em indicar a tempo infestações da praga para que se possam empregar medidas de controle que evitem perda econômica na lavoura. O nível de controle está em 3% de 20 plantas/pontos estiver atacadas.
Pulgão: Rhopalosiphum maidis
Autor: RICARDO GIMENES GUANES
Bianco (2004) relatou um NDE de dois percevejos m-2 para o milho safrinha e um percevejo m-2 para a safra de verão, sendo estes dados relacionados aos custos de controle nessas safras. De acordo com Duarte (2009) o valor do nível de dano econômico de D.melacanthus é de 0,58 percevejo m-2 para a cultura do milho considerando um rendimento de grãos de 6568,2 kg. ha-1. Para Gassen (1996) e Cruz et al. (1999) o nível de controle para a cultura do milho varia de 0,6 a dois percevejos m-2. Avaliação pode ser diretamente na planta, resultando percevejos/ m2. Ocontrole do percevejo via pulverizações deve ser feito quando for constatada a presença da praga logo após a emergência do milho. Pulverizações tardias (depois dos 10 – 15 dias de idade da planta), não impedem o aparecimento do dano, uma vez que a toxina que o inseto injetou anteriormente já está na planta (BIANCO, 2005). Gomez (1998) cita que Monocrotofós (150 g i.a. ha-1), Metamidofós (300 g i.a. ha-1) e Paration Metílico (480 g i.a. ha-1) em pulverização apresentam controle eficiente sobre D. melacanthus.
Lagarta – do – cartucho: Spodoptera frugiperda
O monitoramento de pragas pode ser realizado por meio de diferentes procedimentos e armadilhas. No caso específico da lagarta-do-cartucho, há duas maneiras: a) avaliação visual do dano e de lagartas em plantas; b) monitoramento de adultos com feromônio sexual sintético. Para plantas de milho com até 30 dias deve-se controlar o inseto quando houver 20% das plantas atacadas. Para plantas entre 40 e 60 dias a porcentagem é de 10%.
Alguns inseticidas, registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e que podem ser utilizados são: Bacillus thuringiensis, espinosade, diflubenzuron, etofenproxi, lufenuron, metoxifenozida, novalurom, tebufenozida, teflubenzuron e triflumuron.
Lagarta Elasmo: Elasmopalpus lignosellus
Lagarta Rosca: Agrotis ípsilon
À noite, período em que o inseto entra em atividade, ela sai para se alimentar, causando danos a folhas e raízes. A melhor forma de combater essa ameaça é, como sempre, a prevenção. Ao detectar a presença delas, seja por observação ou pelas batidas de pano, o agricultor deve entrar em ação. Preparo de solos, tratamento de sementes e a eliminação antecipada de plantas invasoras hospedeiras são os principais de métodos de controle.
Pulgão: Rhopalosiphum maidis
Caracteriza-se pela preferência em se alimentar nas partes novas das plantas, iniciando pelo cartucho e indo até o pendão em plantas
INSETICIDAS
Choque: efeito knock down que provoca paralisação imediata e morte do inseto
Sistêmico: são aqueles que aplicados em partes da planta, folha, caule... São absorvidos e transportados para várias regiões da planta, via xilema e floema, atuando sobre insetos sugadores e cochonilhas.
Contato: age somente onde é aplicado; pode atravessar frutos e folhas.
Entomologia II
IFMS
















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